Estrelinha morta

sábado, 23 de maio de 2009


A estrelinha morta não é miragem.

Ela caiu em minha mão

tão friinha,

tão tristinha

e espatifou-se no chão.

Foco de luz já não há.

Chama de amor - nunca mais.

Facho de fogo - quem dera!

Talvez na paisagem triste

olho ao céu, um dedo em riste

me apontasse o rastro dela.

De minha doce estrelinha,

tão sem lume,tão feinha,

tão sem fogo, tão mortinha

que no espaço se esfacela.

1 Comentário:

Zest Martins disse...

Nossa, tão enebriante quanto o próprio poema.
Muito lindoooo!!!!!!!!!!!!!!!
Bjs iluminados sempre.

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